quarta-feira, 30 de maio de 2012

Legumes com alecrim


Tempo de preparo: 90 minutos
Rendimento: 4 pessoas
Ingredientes
4 cenouras (ou dois pacotes de minicenouras)
500 g de batata
4 mandioquinhas
1 cabeça de alho
3 ramos de alecrim fresco
2 abobrinhas italianas (incluídas na receita por insistência da família)
Sal e pimenta-do-reino moída na hora
azeite
Modo de preparo
Préaqueça o forno a 200°C.
Descasque a cenoura (se não for usar as mínis), a batata e a mandioquinha e pique tudo sem muita frescura.
Divida a cabeça de alho em dentes, sem descascá-los. Sim, você vai usá-los com casca e ainda vai achar uma delícia!
Destaque as folhas de alecrim dos ramos.
Coloque as batatas e cenouras para cozinhar numa panela grande de água salgada fervente. Deixa-as ali por 5 minutos.
Acrescente a mandioquinha e cozinhe por mais 4 minutos.
Em seguida, escorra os legumes. Amasse um pouco as batatas no escorredor, para que fiquem com aqueles pedaços crocantes.
A abobrinha não precisa ser cozida antes.
Coloque uma assadeira grande em fogo médio (no fogão mesmo) e regue com alguns fios de azeite.
Adicione os alhos inteiros e as folhas de alecrim.
Coloque os vegetais na assadeira com uma pitada de sal e pimenta e mexa-os bem.
Espalhe-os na assadeira para que fiquem numa só camada.
Leve-os ao forno (pré-aquecido) por cerca de uma hora, ou até que fiquem dourados e crocantes.
No final eu sempre salpico um pouco mais de alecrim fresco e uma pitada de ervas finas (segredo de família, hein?!).
Sirva em seguida com a carne de que mais gosta! Na minha opinião, combina com praticamente todas!
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Feijão Branco com atum

Usei um feijão já cozido que encontrei no mercado e que vem em duas embalagens de 250 gramas. É muito prático, basta abrir o envelope e usar. Mas, se você não encontrar o produto e quiser fazer a salada, deixe ½ xícara de feijão-branco de molho de um dia para o outro. Troque a água e coloque para cozinhar por cerca de 20, 30 minutos.



Rendimento: 2 porções
Tempo de preparo: 10 minutos
Ingredientes
250 gramas de feijão-branco
1 lata de atum (de preferência aqueles que vêm em água e não óleo)
250 gramas de tomate cereja
½ cebola roxa grande cortada em fatias finas
200 gramas de azeitona preta
Raspas da casca de ½ limão
1 colheres de chá de suco de limão
2 colheres de chá de azeite
Pimenta-do-reino a gosto
Sal a gosto
Folhas de manjericão
Modo de preparo
Tire o feijão-branco da embalagem e passe por água corrente. Deixe numa peneira escorrendo enquanto prepara os outros ingredientes.
Abra a lata de atum, escorra a água (ou óleo) e coloque o conteúdo para uma tigela. Lave os tomates e parta-os ao meio. Fatie finamente a cebola. Passe tudo para a tigela. Junte as azeitonas, que podem ser inteiras ou fatiadas, como você preferir.
Passe a casca do limão em um ralador e polvilhe sobre a salada. Acrescente o suco do limão, o azeite, a pimenta e o sal, se necessário. Por último, coloque folhas de manjericão picadas grosseiramente (se forem pequenas, pode colocá-las inteiras mesmo). Agora é só misturar tudo delicadamente.
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terça-feira, 22 de maio de 2012

Trança casual

Facim, facim... ok, pode dispensar as rosas se quizer!!!

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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Neuromarketing: conheça os truques para fazer o consumidor gastar mais

Você entra no supermercado disposto a procurar apenas os produtos da sua lista, mas sai de lá com o carrinho abarrotado de compras. Culpar-se pelo descontrole nem sempre é justo. A responsabilidade pode ser do neuromarketing, uma técnica usada pelo comércio para fazer o consumidor gastar mais.

O neuromarketing é uma ciência que estuda as reações do cérebro diante de determinados estímulos.


Veja AQUI algumas táticas



O tamanho do carrinho de compras, por exemplo, costuma estar diretamente ligado à quantidade de produtos levados para casa. Dez produtos parecem muita coisa se estiverem dentro de um carrinho pequeno, mas, em um carrinho grande, a impressão é de que a quantidade é menor. O consumidor se sente estimulado a comprar mais.

Grandes lojas e supermercados também costumam ser projetados de forma que os consumidores sejam forçados a caminhar no sentido anti-horário. Andar nessa direção  deixa o cliente mais à vontade, faz com que ele fique mais tempo na loja e gaste até 7% mais.

Essas são algumas das técnicas listadas pelo dinamarquês Martin Lindstrom em dois livros, "A Lógica do Consumo - Verdades e mentiras sobre por que compramos" e "Brandwashed – Truques que as empresas usam para manipular nossa mente e nos persuadir a comprar".

"Hoje sabemos que certas áreas do cérebro são responsáveis por determinados tipos de reações físicas e emocionais", diz Lindstrom em entrevista ao UOL.

Preço simplificado atrai atenção do consumidor

A maneira como os preços dos produtos são informados também tem influência na decisão do consumidor. "No caso dos preços, a simplificação é a melhor maneira de atrair a atenção do consumidor", diz o consultor Pedro Camargo, um dos pioneiros no estudo do neuromarketing no Brasil.

Uma forma de simplificar é tirar símbolos e letras do lado dos números. "Se você escreve R$ 39 ou 39 reais na placa de preço, o produto parecerá mais caro do que se escrever só 39", diz Camargo.

A psicanalista e consultora de educação financeira Márcia Tolotti cita outro truque relacionado aos preços: a criação do chamado "preço de referência".
Se a ideia de uma empresa é vender um produto que custa R$ 5, por exemplo, colocar no mercado outros dois itens da mesma categoria, um custando menos e outro mais do que R$ 5, pode ser interessante.

Diante das três opções, o consumidor tende a descartar o produto mais caro, por causa do preço, e também o mais barato, porque ele pode estar associado a uma qualidade menor. O item de R$ 5 parecerá, assim, a escolha mais razoável. "No fim, o consumidor só estará fazendo o que estava planejado para ele fazer", dia Márcia Tolotti.

"Nem todo marketing é perverso"

Em seus livros, Martin Lindstrom chega a citar táticas invasivas que seriam usadas pelos marqueteiros para influenciar crianças antes mesmo de elas nascerem.

"Mulheres grávidas e seus bebês são afetados pelos estímulos aos quais são expostos durante a gravidez. Esses ‘sinais’ são absorvidos pela corrente sanguínea e deixam a criança com tendência a preferir determinados sons e gostos", diz Lindstrom.

Ele cita o exemplo de uma marca de cafés asiática que distribuiu, para mulheres grávidas, balas com o sabor da bebida. As crianças teriam começado a tomar café cedo e a preferir a marca que fez a campanha. O próprio Lindstrom, porém, reconhece que ainda faltam evidências científicas mais fortes que comprovem esse impacto nos bebês.

"Nem todo marketing é perverso. Ele também pode ajudar as pessoas a tomar as decisões certas", diz a psicanalista Márcia Tolotti. "Mas é mais difícil evitar uma compra diante de um bombardeio de estratégias. Por isso o consumidor precisa analisar muito por que está fazendo aquela compra."
Fonte: uol


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